sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Povo escolhido

Deus não faz acepção de pessoa, portanto ele não escolheu um povo, mas sim umas pessoas que se agradavam Dele e tinham uma conduta adequada aos seus ensinamentos.
Com o tempo e as promessas alcançadas pelos escolhidos, foi se tornando um povo em número e uma nação em merecimentos que alcançaram através dos tempos seguindo ao Senhor, mas Deus não escolheu uma nação. Ele escolheu homens de boa conduta e fé para preparar a revelação, portanto o povo escolhido é o povo que anda com Ele, e não uma casta ou descendência, isto foi sim usado para a revelação e condução desta revelação. Muitos foram os que formaram a linhagem de Abraão, Davi e Jesus, inclusive pessoas de outras tribos fora de Israel. Concluímos com isto que os preconceitos contra os judeus e a soberba dos que se dizem judeus e por isto são escolhidos por Deus, não são atitudes dignas e realistas. Perseguiram uma nação e sua cultura e não ao povo escolhido, lutaram contra uma religião e não contra um povo que tem privilégio diante de Deus. Os escolhidos por Deus são vitoriosos e nunca foram derrotados, os fiéis ao Senhor não precisam pertencer a uma linhagem ou nação, são por estar em comunhão com Ele, e por isto tem uma condição privilegiada. A obra de Deus é universal, e a salvação também, os primeiros a visitar ao Cristo nascido foram os orientais. O sacrifício de Cristo foi proporcionado por muitos judeus fiéis as Escrituras e que participaram da revelação, Deus usou homens para salvar homens. As nações foram criadas pelo sistema administrativo dos povos em regiões definidas, mas a vida e a salvação da vida não se dividem, ou é privilegio de alguns. A injustiça contra os judeus foi um crime hediondo e irracional, cada um tem o direito de seguir os seus princípios e fé, isto não é crime. Os escolhidos não são os judeus, mas sim os que seguem a Deus por fé e conduta, a verdade é que não existe divisão na criação, e muito menos no amor de Deus, todos são seus filhos e Ele quer salvar a todos.     

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Alimentação

Segundo as pesquisas na área da arqueologia, e teologia eram encontrados gigantes de 3 e 4 metros de altura na Palestina em uma determinada época da história. Quando houve a entrada dos Israelitas na região haviam ainda gigantes e o local era uma área de produção de muitas frutas, frutas de tamanho bastante grande; ao ponto de um cacho de uva ter a altura de um homem. Podemos concluir com isto que pela abundancia de frutas e frutas de tamanho grande, naquela área a abundancia de alimentos provenientes de frutas, tanto nativas como cultivadas abasteciam o povo local. Sendo assim encontramos o que levou em determinada época a existir os gigantes e a manutenção dos genes que caracterizavam os gigantes. As frutas ativam o desenvolvimento e a produção do hormônio do crescimento. Pela lógica podemos crer que certas famílias do local no período de várias gerações foram abastecidas com uma alimentação a base de frutas integrais e certamente as características passaram de geração em geração até 2400 anos atrás quando foi encontrado, (segundo a Bíblia) gigantes, e famílias de gigantes que viviam naquela área. Sendo assim podemos também repensar no porte dos primitivos humanos, que a ciência diz serem de tamanho pequeno, podem ter havido fazes no desenvolvimento da humanidade, e certas fazes com a existência de homens pequenos e outras de homens grandes como nos da a entender a história. Fica a duvida: que estatura tinha Adão? Ou os primeiros da espécie? Certamente poderiam ser gigantes maiores do que já temos conhecimento de que existiram. Eu penso que se Deus mandou que dominassem o planeta e tudo o que nele há que Adão deveria ser capacitado para isto, portanto grande. Com o pecado e as maldições que dele proveem vieram a definhar e tornarem-se pequeninos em uma das fazes da história, por falta de alimento e a dificuldade de manter um padrão alimentar saudável. Outra influência dos altos e baixos da estatura humana foram os climas diferentes que proporcionaram uma alimentação diferente e as peregrinações que dependiam de grande quantidade de energia para os percursos. 

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Nome Divino

Quanto ao nome de Deus temos muitos entraves a tratar, começando pelos apelidos e nomes inventados por ignorância nas épocas do desenvolvimento social da humanidade.

 Alguns dizem e cantam jeová gire; não se encontra nas Escrituras jeová e muito menos gire; encontra-se sim Elohim Yireh, que quer dizer “Deus que temo”, e não jeová proverá, como se encontra nas escrituras traduzidas para o português. Em Is.12.2; na tradução RC, cita-se jeová , mas também não é isto que se encontra nas Escrituras, encontra-se a tetragrama do nome divino, e sua forma abreviada; que os judeus citam como Eterno, e os brasileiros como Senhor, ficaria Senhor meu, ou meu Senhor, mas não jeová, e muito menos javé. No livro de Jó que é o mais antigo deveria aparecer algo para entendermos, mas aparece apenas o tetragrama, definindo de uma vez por todas que o nome de Deus é apenas escrito com o tetragrama iod, he, vav, he; quatro consoantes sem som e que se pronuncia Senhor por reverencia, ou o Eterno como fazem os judeus. Outra referencia: Ex.3.1; 2; 14; nestas também não encontramos jeová ou javé e muito menos gire. Muitos teólogos dizem que basta qualquer nome desde que se aproxime de Deus, mas a Deus não se aproxima de qualquer jeito, Ele é santo e requer retidão e obediência; recomenda no livro de Ap. 22.18,19; que não se devem alterar as Escrituras inventando palavras ou tirando palavras as Escrituras, por castigo quem o fizer será tirado do livro da vida. Em Gn.22.8,14 encontramos a interpretação de texto como sendo Deus proverá, mas a palavra escrita é o Deus que temo, pelo contesto temos a interpretação, mas não podemos mudar as palavras escritas. Do mesmo modo javé, não aparece, dizem ter tirado do grego na tradução da antiga aliança, AT; mas os originais foram escritos no hebraico e não no grego, desta forma também é descartado, e continua a reverencia e o respeito ao nome de Deus, sem citar ou inventar um falso nome, apenas citando por temor a palavra Senhor, ou o Eterno. Teologia século 21.JDAV.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Teologia sobre a fé

Pela fé, sem mutreta ou feitiçaria.
Copo de água, sal, flor ou imagem, não adiantam. (é pior).
O único meio de comunhão é a fé.
A única base é a Bíblia, Palavra de Deus.
O único Senhor e Mediador é Jesus Cristo.

Muitos através dos anos vêm usando utensílio e objetos para conduzir o ato de fé; outros usam de objetos para uma demostração de propósito e obediência ao ato de fé, quando conduzido pela obediência do voto, ou propósito inicial. Os católicos começaram usando as tradições locais, e se transformaram em idólatras de Maria e de muitos outros ditos santos mortos, o que é feitiçaria, mexer com as almas e espíritos dos mortos é feitiçaria. As Escrituras renegam estes fatos como abomináveis. Os Evangélicos hoje estão usando flor, sal e copos de água, como também de fotos roupas etc. A vida de um cristão é baseada e sustentada pela fé diz a Escritura, só quem cura é Deus em atendimento a fé do cristão; copo de água não cura, imagens não podem fazer nada, só a fé pode pôr uma pessoa em contato com o Senhor, e levar a pessoa a receba uma benção, cura ou milagre.
A pessoa pede a Deus, ora e louva o seu nome, se dedica à súplica e usa da fé e dos propósitos e voto, usa de obediência e se coloca nas mãos de Deus; quando esta já está pronta para receber a benção o inimigo de Deus semeia a sua semente, a idolatria, o copo de água, mutreta, flor ou uma medida de tempo ou esforço para desviar a fé da criatura para as coisas materiais ou humanos, desviando da verdade e do entendimento.
Não existe medida ou maneiras de se conduzir a um milagre ou benção, a Escritura é bem clara ao dizer que é pela fé que vive o justo, o seu sustento é a sua fé em Deus, ou seja, ele é sustentado e abençoado por Deus, não por outra fonte ou obra.
Não desvie a sua fé da verdade.
O segundo mandamento nos diz: Não fará para ti imagem de escultura; em 2 Coríntios 5:7, não adorarás nem lhes dará culto: visto que andamos por fé e não pelo que vemos.
Em 1 Timóteo 2:5, Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus homem.
A falta de entendimento faz com que as pessoas sirvam a homens, vivos e mortos, e a demônios que se fazem passar por espíritos e santos muitas vezes falando a verdade para desviar o cristão ou leigo da sua fé.
1 Tessalonicenses 4:14, Pois se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem.
Os mortos estão dormindo, uns aos pés do Senhor, e outros aguardando o juízo; nada podem fazer, ou intermediar alguma prece, é tudo armação dos espíritos malignos que armam um teatro contam uma história verdadeira para enganar e levar a idolatria e feitiçaria, afastando e condenando os que acreditam em seus engôdos.



terça-feira, 1 de outubro de 2013

Inspiração e Inerrância das Escrituras

A fé deve estar fundamentada na rocha diz Jesus. Lançamento acaba de chegar da editora "Livro novo". Logo nas bancas. Encomendas pela editora, ou Jdavteologo@gmail.com; 51-96115599.

Teologia Necessária

Meu terceiro livro, é uma das maneiras de afastar a população em geral da falta de conhecimento da teologia, digo : da verdade.\Nas bancas, ou por meio da editora" livro novo".

Teologia, o nome de Deus

O nome de Deus, quatro consoantes, e o seu uso.
Javé ou Jeová.
O Eterno ou o Senhor.

           O tetragrama, digo: as quatro letras que formam e identificam o nome de Deus, em hebraico são consoantes, sem som e não se pronuncia ou lê em voz alta, pois são consoantes. Para identificar o nome de Deus, os sábios judeus colocaram as vogais da palavra Adonai, que quer dizer Senhor, e quando chegavam na leitura não pronunciavam a leitura, mas citavam “O Eterno”. Quando das traduções, em épocas criticas e de grande martírio dos cristãos e judeus, uns tradutores leram e escreveram o tetragrama, como sendo Jeová, e outros como Javé, os que tinham tendencia do inglês e do latim, pois o “a” é “e” no inglês, e em outros idiomas que influenciaram a tradução.
Por esta falha e ignorância dos tradutores criou-se tradições sobre o nome de Deus, uns definindo como Javé e outras denominações como Jeová; muita briga, discussões e desentendimentos se deram por estas falhas dos tradutores. O nome de Deus não é pronunciado pelos Judeus que são os especialistas das Escrituras e as guardaram, não existe a palavra Javé, e nem a palavra Jeová nas Escrituras, e as próprias Escrituras recomendam para não acrescentar nada a Elas, e nem tirarem Delas algo. Portanto os cristãos que até hoje se dividem e pronunciam o nome de Deus estão no erro proporcionado pelas antigas traduções inadequadas e errôneas.
           Apocalipse. 22: 18 Declaro a todos os que ouvem as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhe acrescentar algo, Deus lhe acrescentará as pragas descritas neste livro. 19 Se alguém tirar alguma palavra deste livro de profecia, Deus tirará dele a sua parte na árvore da vida e na cidade santa, que são descritas neste livro.(NVI).
          Muitas músicas e muitas orações hoje estão soletrando palavras que identificam o nome de Deus, mas que não são o nome de Deus, muitos adoram um deus que não existe, louvam a um deus que não existe, pois estes nomes foram criados por ignorância e não identificam o Deus dos Cristãos, para adora a Deus, adore a Jesus Cristo, pois este nome sim foi mencionado e ensinado a ser adorado e reverenciado pelo povo cristão.
         O cristão deve usar a palavra Senhor, ou O Eterno como fazem os judeus quando chegam ao tetragrama, para por reverencia e respeito consciente não entrar em pecado; ou simplesmente Deus.